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O Mercado Delas

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Pesquisas recentes comprovam que cresce exponencialmente o número de mulheres em postos diretivos nas empresas.

Essa ascensão se dá não somente no Brasil, mas em vários países, de maneira semelhante no sentido da inclusão qualificada do trabalho.

Segundo analistas, esse processo tem origem na crescente falência dos modelos masculinos de processo civilizatório e tende a ser cada vez mais maciço e permanente.

Em um ambiente global onde já não se necessita tanto do vigor físico ou a força bruta para exercer as tarefas do mercado atual, mais vale o conhecimento, de modo que preservá-lo e aprimorá-lo faz a mulher ou o indivíduo estar a frente do seu tempo.
No Brasil, as mulheres são por volta de 41% da força de trabalho, mas ocupam somente 24% dos cargos de gerência. O balanço anual da Gazeta Mercantil revela que a parcela de mulheres nos cargos executivos das 300 maiores empresas brasileiras subiu de 8% na década de 90 para 13%, em 2000 e agora segue aumentando em uma escala considerável, em 2016 a mulher passa a ocupar 44% das vagas no mercado de trabalho.

No geral, entretanto, as mulheres brasileiras recebem, em média, o correspondente a 71% do salário dos homens. Essa diferença é mais patente nas funções menos qualificadas. No topo, elas quase alcançam os homens.

Os estudos mostram que no universo do trabalho as mulheres são ainda preferidas para as funções de rotina. De cada dez pessoas afetadas pelas lesões por esforço repetitivo (LER), oito são mulheres.

Segundo uma pesquisa recente feita por Grupo de recrutamento e seleção de pessoas, as mulheres conquistam cargos de direção mais cedo.

Tornam-se diretoras, em média, aos 36 anos de idade. Os homens chegam lá depois dos 40. No entanto, essas executivas ganham, em média, 22,8% menos que seus competidores homens.

A boa notícia é que essa diferença nos rendimentos vem caindo rapidamente. Por estar a menos tempo no mercado, é natural que elas tenham currículos menos robustos que os dos homens. A diferença nos ganhos tende a inexistir em futuro próximo.

Em 1991, a renda média das brasileiras correspondia a 63% do rendimento masculino. Em 2000, chegou a 71%. As conquistas comprovam dedicação, mas também necessidade. Em 1991, 18% das famílias eram chefiadas por mulheres. Segundo o Censo, essa parcela subiu para 25%. Das 10,1 milhões de vagas de trabalho abertas entre 1989 e 1999, quase 7 milhões acabaram preenchidas por mulheres.

As pesquisas revelam que quase 30% delas apresentam em seus currículos mais de dez anos de escolaridade, contra 20% dos profissionais masculinos.
Segundo o Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), houve crescimento da taxa de atividade para as mulheres em todas as faixas etárias. A pesquisa revela ainda que no ano passado não ocorreu mudança no perfil etário da População Economicamente Ativa ( PEA) feminina. Em 2001, 30% da PEA feminina correspondiam às mulheres com 40 anos ou mais; 40% àquelas entre 25 e 39 anos; 23% às jovens de 18 a 24 anos; 5% as de 15 a 17 anos; e apenas 1% às que tinham entre 10 e 14 anos.

As estatísticas apontam que há mais mulheres que homens no Brasil. Mostram também  que elas vem conseguindo emprego com mais facilidade que seus concorrentes do sexo masculino.

E que seus rendimentos crescem a um ritmo mais acelerado que o dos homens. As mulheres sofrem mais do que os homens com o estresse de uma carreira, pois as pressões do trabalho fora de casa se duplicaram. As mulheres dedicam-se tanto ao trabalho quanto o homem e, quando voltam para casa, instintivamente dedicam-se com a mesma intensidade ao trabalho doméstico. Embora alguns homens ajudem em casa, não chegam nem perto da energia que a mulher tende a dar.

A tendência atual é a mulher ter cada vez mais espaço no mercado, uma vez que ela é maioria da população, isso tende a crescer naturalmente.

Repórter do Dia – Atualidade

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