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Após cobrança de bagagens, preços de passagens aéreas assustam

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As passagens aéreas ficaram mais caras mesmo depois que as companhias passaram a cobrar para despachar a bagagem. O preço assustou quem já está planejando as férias.

Em 2016, quando a cobrança das bagagens despachadas foi anunciada, a associação das empresas aéreas disse que haveria redução das tarifas. Mas não foi o caso, entre junho e setembro, a alta nos preços chegou a 35,9%,pelos dados da pesquisa da Fudança Getúlio Vargas, e a 16,9%, nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A Associação de Empresas Aéreas (Abear), que foi a principal defensora da separação das bagagens das tarifas, verificou, porém, uma queda entre 7% e 30% nos valores.

Os dados contraditórios chamaram a atenção do governo. O Ministério da Justiça vai averiguar o estudo da Abear. A entidade informou que “respeita” todas as metodologias de levantamento, mas entende que há diferenças entre os critérios utilizados. “São amostras que coletam dados dos sites das companhias aéreas em diferentes períodos e em alguns trechos. São bilhetes ofertados, não necessariamente vendidos”, comunicou.

Tanto os dados coletados pelo IBGE como os pela FGV são de passagens destinadas ao turismo de lazer, cujas tarifas costumam ser mais baratas, já que a compra é realizada com antecedência. Passagens corporativas, adquiridas próximo da data da viagem, acabam não sendo consideradas pelos índices das entidades.

“Esse levantamento foi feito a partir de uma média da amostra de tarifas efetivamente comercializadas, de acordo com a rota, os prazos fornecidos por cada empresa aérea e diferentes períodos de antecedência de compra”, completou a Abear.

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